Quem brilhou em 2018

Quem brilhou em 2018

Os feitos mais impressionantes de brasileiros no ano

O ano de 2018 chega ao fim e é hora de fazer aquela retrospectiva. O ano começou promissor no esporte olímpico, ficou ‘morno’ e no fim muitos resultados animadores aumentaram a confiança para 2019 – ano importante para muitas modalidades por conta da distribuição de vagas para a Olimpíada. Vale relembrar quatro grandes feitos de atletas brasileiros no ano.

De início, Isadora Williams chega à final da patinação artística nos Jogos de inverno logo em sua segunda Olimpíada. A brasileira brilhou e conseguiu uma inédita classificação para a disputa do primeiro lugar em um dos esportes mais assistidos nos Jogos de inverno. A jovem de apenas 22 anos foi perfeita no programa curto e se tornou a primeira sul-americana a chegar em uma final olímpica da patinação. O nervosismo comprometeu na reta final, mas a impressão de que é possível ir muito mais longe ficou clara.

Outro que mostrou a que veio e nem chega a ser novidade foi Isaquias Queiroz. Com três medalhas em três provas em mundiais, o baiano de Ubaitaba se destacou em 2018. Ponto alto para a prova em dupla com Erlon de Souza. Os dois, mal treinaram juntos e, mesmo assim, conquistaram o ouro na prova. Vale lembrar que em novembro, Isaquias sofreu um duro golpe com a perda de seu técnico Jesus Morlán. O baiano mostrou-se motivado para conquistar tudo que puder em Tóquio 2020 em homenagem a Morlán. É só aguardar e torcer.

Quem também foi muito bem foi Hugo Calderano. Ele venceu o chinês número 1 do mundo no tênis de mesa – Aliás, para nós do Surto Olímpico, este foi o feito esportivo de 2018. Hugo venceu nas quartas de finais do ITF Finals, torneio que reúne os melhores do ano no tênis de mesa, simplesmente o melhor chinês do esporte. É importante ressaltar que a China é uma megapotência no tênis de mesa. A supremacia é tamanha que raramente um chinês perde uma partida. Calderano, que já está entre os dez melhores mesatenistas do mundo com apenas 22 anos, deve evoluir ainda mais. Que conquista!

Por fim a natação brasileira renasce no mundial de piscina curta. O time, que saiu muito mal na fita após o pífio desempenho na Rio 2016, deu um claro sinal de que está se recuperando. O revezamento 4x200m trouxe o ouro e o recorde mundial para o Brasil tendo na equipe apenas nadadores sub23. Isto sem contar com as medalhas das nadadoras Daiene Dias e Etiene Medeiros, o que demonstra um ótimo trabalho de renovação na natação brasileira. Quem sabe se não teremos novos ‘Cielos’ e ‘Thiagos Pereira’ brilhando pelas piscinas do mundo? Em 2019, no mundial de natação em piscina olímpica de 50 metros, será possível ter a real dimensão de onde a natação brasileira poderá chegar em Tóquio. Olhos abertos.

Por Surto Olímpico

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>