A esperança que vem da piscina

A esperança que vem da piscina

Brasil é destaque no mundial de natação

A natação brasileira saiu orgulhosa da China onde foi realizado o mundial de natação em piscina curta – piscinas de 25 metros. Com vinte nadadores na delegação, a equipe conquistou oito medalhas e ficou entre as dez primeiras seleções no quadro de medalhas. Embora nos Jogos olímpicos as provas sejam disputadas em piscinas de 50 metros, o feito brasileiro é importante e deixa todos animados com a nova geração que chega com tudo para a disputa em Tóquio.

É importante destacar que: das medalhas conquistadas pelo Brasil, algumas são muito especiais. O ouro do revezamento 4x200m livre masculino, por exemplo, que ainda bateu o recorde mundial é uma delas. E o melhor está na idade dos nadadores: nenhum tem mais de 23 anos. Por que é importante? Porque eles competiram com os melhores do mundo. Nadadores experientes e competitivos.

Outros feitos importantes são os bronzes de Etiene Medeiros nos 50m livre e de Daiene Dias no 100m borboleta. As duas são provas olímpicas. A natação feminina carece de bons resultados e as medalhas conquistadas por estas jovens atletas tem um significado especial. Quem sabe não teremos, nas próximas competições (Mundial de piscina longa em 2019 e Olimpíada), pódio brasileiro.

Outra medalha importante foi o ouro do veterano Nicholas Santos nos 50m borboleta. Aos 38 anos de idade, Nicholas não parece sentir os efeitos do tempo e vem sendo cada vez mais rápido nas competições. O brasileiro terá 40 anos na próxima Olimpíada e, apesar da idade considerada avançada, pode sim brigar por medalha.

O fato é que, mesmo sem ser disputado em piscinas olímpicas, este mundial trouxe um alento para a nova geração da natação. Jovens nadadores demonstraram muita competitividade e encheram de esperança a torcida que se decepcionou na Rio 2016 com o desempenho do Brasil muito abaixo do esperado. Em 2019 será possível ter uma noção mais precisa de qual estágio a natação brasileira se encontra. Que as piscinas de Tóquio nos reservem muitas medalhas.

 

Por Surto Olímpico

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