Desenrola aí

Pop Bola Esporte Clube

27/03/2018

Por:

Vem novidade aí!

Hugo Calderano

15/03/2018

Por: Surto Olímpico

Hugo Calderano, o nome da vez do tênis de mesa.

Uma semana após o feito de Almir Júnior no Salto triplo no mundial de atletismo indoor, tivemos outro grande feito no esporte brasileiro. Hugo Calderano, de apenas 21 anos, conseguiu um vice-campeonato no Aberto do Catar de tênis de mesa, torneio que comparado ao tênis, seria um dos grands slams  do tênis de mesa.

O feito de Calderano é imenso. Ele tem apenas 21 anos e deverá alcançar o top 10 do ranking mundial de tênis de mesa. Na competição ele derrotou o número 1 do mundo e na semifinal derrotou um chinês, um feito notabilíssimo, pois na China, o tênis de mesa é um dos esportes mais praticados no país, toda Praça na China tem dezenas de mesas do popularmente chamado ‘ping pong’.

Ganhar de um atleta chinês, número 4 do mundo e por 4 sets a 0, merece ser muito aplaudido. Na final ele enfrentou outro atleta chinês, considerado o segundo melhor entre os chineses e Calderano lutou por dois sets, mas depois não resistiu ao melhor jogo. Mas mesmo assim, isso não apaga o grande feito de Calderano no último final de semana, ele fez história.

Calderano ainda é jovem, mas continua fazendo história. Aos 20 anos ele igualou o melhor resultado do Brasil no tênis de mesa, chegando as oitavas de final nos Jogos Rio 2016 – Hugo Hoyama também chegou às oitavas em Atlanta 96. Calderano tem trabalhado muito, passando meses no exterior para melhorar cada vez mais o seu tênis de mesa e tem conseguido. Por conta da China e dos asiáticos, ainda é muito cedo para afirmar que ele é um nome a se pensar com carinho para conquistar medalhas em Tóquio 2020, mas no momento ele é um diamante sendo cada vez mais lapidado para o auge, que ninguém sabe o quão longe pode alcançar.

E pensar que ele é mais um daqueles talentos que surgem ‘do nada’ no país. Se tivéssemos um trabalho mais sério de descoberta de novos talentos, imagina em que posição o Brasil poderia estar entre as grandes potências esportivas?

Por Surto Olímpico

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Do 1 ao 11

14/03/2018

Por: Igor Serrano

Do 1 ao 11 – Onze temporadas da camisa vascaína

Não existe materialização mais perfeita do sentimento de um torcedor de futebol apaixonado por seu time do que a camisa da equipe, a sua segunda pele. Ela pode reviver a lembrança de um título, de um gol ou até mesmo de uma fase da vida. Há quem tenha como hobby a coleção desses panos capazes de fazer muita gente gastar uma quantidade significativa de seu salário para comprá-las. Atleta do futmesa do Vasco e colecionador de camisas do clube luso-brasileiro da Zona Norte do Rio de Janeiro, Dário Lourenço Júnior é um desses apaixonados pelas peças que vestem o seu clube de coração. Dono de uma coleção de camisas vascaínas de fazer respeito a muito museu, o contador resolveu materializar o sonho de todo colecionador vascaíno que tenha vivenciado os anos 90: decidiu fazer um livro sobre a mais recente época de ouro do Club de Regatas Vasco da Gama, onde foram conquistados quatro Campeonatos Cariocas, um torneio Rio-SP, uma Taça Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros e uma Copa Mercosul. Todas as camisas utilizadas nesse período estão em “Do 1 ao 11 – Onze temporadas da camisa vascaína“:

Tem anos que coleciono e sempre quis um material impresso de qualidade que condensasse a história das camisas do Vasco e que nos fizesse reviver o sentimento e a cultura das épocas passadas. No caso do livro, os anos 90. O diferencial aqui é que ele é 100% voltado para a camisa vascaína e mesmo comparado a livros que contam a história de camisas de outros clubes já lançados, consegui reunir o melhor de cada uma camisa daquela época com um trabalho fotográfico extenso, mockups, estatísticas (de todas as combinações de uniformes que o time usou em jogos oficiais) e textos que trazem novos detalhes e farão o leitor emergir naquele período.

Cada camisa de futebol é única para o torcedor que a veste, é como um filho: cada um acha o seu mais bonito rss. O que torna a camisa do Vasco tão especial não é ela própria e sim o clube que ela veste, o que ele representa e a gente a quem ele sempre representou.

As empresas que vestiram o Vasco nos anos 90 foram muito felizes, então se tivesse que escolher algumas das camisas como favoritas, citaria três apenas (para não ter que citar vinte rss): A camisa de 1993 da Finta, o segundo modelo da Kappa de 96 (utilizada até meados de 98) e o uniforme do centenário, também da Kappa, em 1998, que refletia em tecido exatamente a pompa que um centenário de uma história lindíssima merecia” – declarou o autor.

Contendo 152 páginas, “Do 1 ao 11 – Onze temporadas da camisa vascaína” entrará em pré-venda nos próximos dias. Mais informações podem ser encontradas na fanpage do projeto no Facebook:  https://www.facebook.com/do1ao11/